A inteligência artificial e (é) o futuro do trabalho

Quando falamos de trabalho e carreira, naturalmente estamos falando de futuro.

E há pouco tempo atrás, quando falávamos de futuro, parecia algo mais distante, mais demorado para acontecer. Mas na era digital, tudo ocorre em velocidade exponencial.

E com todas essas mudanças, o que esperar do futuro do trabalho? Como será o profissional do futuro?

A maior verdade da era digital é que a entrada da inteligência artificial no mercado de trabalho é um caminho sem volta. Novas profissões nascem a todo momento. Desenvolvedor de aplicativo, uber…, quem pensava em marcar manicure e pedir comida em questão de minutos pelo celular sem falar com ninguém? Celular que já foi um marco histórico tem suas funções cada dia mais avançadas…e o motivo pelo qual foi desenvolvido, falar  (no sentido literal da palavra)  hoje é uma das funções menos utilizadas.

E, na contramão dessa realidade, outra se estabelece: a extinção de profissões, dentre elas, muitas das  tradicionais. Estima-se que em 20 anos, 47% dos empregos terão desaparecido. E a maior responsável por esse dado é a inteligência artificial. Ela com certeza irá excluir centenas de milhares de pessoas do mercado de trabalho, suprindo principalmente as habilidades técnicas, que serão ainda necessárias, mas em uma escala muito menor. Mas a inteligência artificial não tem o papel de vilã:

Para os profissionais que se prepararem, ela terá o papel fundamental de insumo, será ferramenta de trabalho.

Mas e como se preparar? Como saber como inserir a inteligência artificial na carreira?

O Fórum Econômico Mundial elencou as habilidades mais importantes requeridas para o profissional do futuro e todas elas, sem exceção, são comportamentais e não técnicas. Ou seja, habilidades que a inteligência artificial ainda não detém, ainda não é capaz de exercer.  E essa é a grande sacada para o planejamento e desenvolvimento de uma carreira preparada para o futuro. A utilização da inteligência artificial será necessária e a cada dia mais possibilidades se criam através de cursos, palestras, formações e tantas outras soluções para ter acesso à ela. A grosso modo, ela está” à venda”. Será necessário constante investimento para atualizar-se. Mas as outras competências que determinarão o bom uso da inteligência artificial, essas ainda dependem do ser humano. Empatia, criatividade, flexibilidade cognitiva, inteligência emocional estão entre as principais habilidades do profissional do futuro.

Você reconhece em você essas habilidades? E o que a inteligência artificial representa para você: oportunidade ou ameaça?

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Escrito por Ketlin Lopes

Especialista em Carreira

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